Começa júri popular de acusado de matar adolescente de 17 anos com quatro tiros no Acre

  • 11/06/2021


Julgamento começou às 8h30 desta sexta-feira (11) na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. Carlos Eduardo Paiva da Silva foi denunciado por homicídio qualificado e por integrar organização criminosa. Um dos suspeitos de matar a jovem foi morto durante tentativa de assalto dias depois do crime Reprodução Rede Amazônica Acre O réu Carlos Eduardo Paiva da Silva, acusado de matar a adolescente Kayra Vidal Lima, de 17 anos, em abril de 2019 em Rio Branco, começou a ser julgado nesta sexta-feira (11). O júri popular ocorre na 1ª Vara do Tribunal do Júri. Conforme a Justiça, ao menos cinco testemunhas, além do réu devem ser ouvidas no julgamento, que iniciou às 8h30. O G1 não conseguiu contato com a advogada do réu. A adolescente foi assassinada com quatro tiros no dia 7 de abril de 2019, na Rua Tarauacá, bairro Belo Jardim II, em Rio Branco. A polícia informou na época que Kayra foi morta após mudar do bairro Panorama para o Belo Jardim e receber ameaças de morte. No dia do crime, dois homens chegaram no local procurando por Kayra e, ao identificar que ela estava dentro da casa, a conduziram para a área externa, onde efetuaram os disparos. Silva foi preso mais de um ano depois do crime, no dia 23 de abril do ano passado, por agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Núcleo de Capturas (Necap), no Ramal da Zezé, que fica no bairro Belo Jardim. O outro investigado na morte de Kayra foi morto durante uma tentativa de assalto dias depois do crime. Elias Justino foi morto quando um policial à paisana reagiu ao assalto e atirou. Denúncia No dia 23 de março de 2020, o Ministério Público ofereceu denúncia contra Silva pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima e também por integrar organização criminosa. Na decisão de pronúncia, a juíza afirmou que a motivação do crime não ficou totalmente clara, principalmente porque o acusado preferiu não relatar nada sobre os fatos. O delegado que investigou o caso, Martin Hessel, explicou na época da prisão que o inquérito do caso tinha sido concluído e que as investigações apontaram duas possíveis motivações para o crime. “Uma foi trazida pelas testemunhas, que diz que quem matou era de uma facção, ela de outra e foi morar no bairro de uma outra facção. A outra diz que ela namorou com o adolescente que morreu [na tentativa de assalto], e ficou com outra pessoa. Mas, essa última é muita fraca e foi dada pelo autor. Para nós, a mais forte é essa de que ela era de outra facção”, afirmou. VÍDEOS: G1 em 1 Minuto

FONTE: https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2021/06/11/comeca-juri-popular-de-acusado-de-matar-adolescente-de-17-anos-com-quatro-tiros-no-acre.ghtml


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